BUSCAPE

domingo, 25 de novembro de 2012

ILHA DE PAQUETÁ


A Ilha de Paquetá é um dos poucos lugares do Rio de Janeiro onde existe aquela tranqüilidade típica de cidade de interior. Em suas ruas de saibro e paralelepípedos, livres de poluição e barulho urbano, ainda é possível andar de charrete, escutando o barulhinho do mar e o canto dos passarinhos.
Por todos os lados a ilha oferece belezas a serem apreciadas, como as muitas casas que ainda conservam a arquitetura colonial, além de saguis, garças e árvores exóticas como o flamboyant e o baobá. Suas praias são tranquilas, perfeitas para crianças e, no fim de tarde, os namorados podem passear de pedalinho assistindo ao pôr-do-sol da Baía de Guanabara.




sábado, 24 de novembro de 2012


Pedra da Gávea


Entre São Conrado e Barra da Tijuca uma grande montanha de pedra, com 842 metros de altitude, surge das águas do oceano Atlântico. Sua parte superior tem a forma de uma gávea, muito comum nas antigas caravelas. Daí o nome, dado pelos portugueses: "Pedra da Gávea". Um observador mais atento notará que esta parte superior da pedra, vista do Leblon, se assemelha a um sarcófago egípcio.Há quem garanta ser a Pedra da Gávea o túmulo de um Rei Fenício. As inscrições na Pedra, seu formato e as faces esculpidas dão força a esta teoria.









FLORESTA DA TIJUCA





Floresta da Tijuca é parte do Parque Nacional da Tijuca. Com 3.972 hectares, é uma das maiores áreas verdes urbanas do mundo. Grande parte de sua vegetação é de reflorestamento em substituição às fazendas de café e foi efetuado na época do Brasil império.
Parte da vegetação é de espécies exóticas que, em alguns casos, acabou por originar problemas, como por exemplo a jaqueira. Ao ser introduzida, demonstrou excelente adaptação, convertendo-se atualmente em um problema, uma vez que, pelo seu porte avantajado e o de seus frutos (dos quais sessenta por cento das sementes vingam), é tida quase como uma praga.
A Floresta da Tijuca é uma importante área de lazer com trilhas e espaços privilegiados para prática de esportes, ciclismocorrida e montanhismo. Dispõe de praças com brinquedos para crianças, espaços reservados para churrascos, confraternizações familiares e comunitárias e restaurantes.
A administração do Parque oferece passeios com guia aos sábados e domingos e, mediante agendamento, para escolas e grupos durante a semana. Diferentes empresas especializadas em turismo de aventura eambiental também realizam passeios pela floresta. Na área cultural, abriga o Museu do Açude.





quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Dez motivos para visitar o Museu Histórico Nacional

Primeira instituição dedicada à história no Brasil, o Museu Histórico Nacional completa 90 anos de existência com exposições que são uma volta ao passado, belíssima arquitetura e novidades tecnológicas




Com o aeroporto Santos Dumont ao fundo, o prédio datado de 1603 abrigou de início o Forte de São Tiago da Misericórdia,

Sede de um antigo forte militar e prisão para escravos, o Museu Histórico Nacional chega aos 90 anos de existência com programação especial de exposições e antenado às novas tecnologias, lançando um aplicativo para celulares e tablets. Criado em 1922 pelo presidente Epitácio Pessoa para comemorar o Centenário da Independência do Brasil, é uma das mais importantes instituições culturais brasileiras. Trata-se do primeiro museu de história do país aberto à visitação pública e passear por seus longos corredores é uma volta a um passado distante. Quem caminha por seus longos salões pode, por exemplo, entrar em contato com o cotidiano do Brasil Imperial em sala repleta de luxuosas carruagens. Ou relembrar fatos ainda frescos na memória ao passar por cartazes para as eleições presidenciais de 1994. Para guiá-lo nesse espaço que mais parece uma máquina do tempo, confira dez motivos para visitar o Museu Histórico Nacional.

A arquitetura. A primeira construção feita no terreno do museu data de 1624. Feito para impedir invasões estrangeiras ao território do Rio durante a maré baixa, quando se formava ali um estirão de areia. Com o desenvolvimento da cidade e a construção de outras fortificações na entrada da Baía de Guanabara, os portugueses ergueram em 1762 a Casa do Trem, destinada a armazenar o Arsenal de Guerra do exército. Função que seria mantida até 1922, ano em que o museu foi inaugurado.

Infraestrutura exemplar. Alinhado aos centros de cultura internacionais, tem ótima estrutura para ajudar os visitantes e, entre os pontos de destaque estão os audiobooks, disponíveis logo na entrada. Com o fone no ouvido, o visitante pode, calmamente, entender cada detalhe das exposições.

Um acervo de cair o queixo. São nada menos que 348.000 itens guardados no interior do casarão histórico.  Há de moedas gregas e romanas a exemplares de televisões dos anos 60 e 70, assim como outras peças hoje fora de uso, como máquinas de escrever e câmeras fotográficas analógicas.

O salão das carruagens. Fazem parte da exposição Do Móvel ao Automóvel, de caráter permanente. Com 29 exemplares, trata-se da maior coleção do antigo veículo existente em museus brasileiros e dão uma ideia de como era a vida da elite antes da invenção dos carros movidos a motor. Há desde carruagens fúnebres até os chamados móveis de arruar, espécies de cadeiras carregadas por escravos que eram utilizadas para transportar mulheres nobres.

O carro que é uma relíquia. Pertencente a José Maria da Silva Paranhos Júnior, mais conhecido como Barão do Rio Branco (1845-1912), o carro da marca Protos datado de 1908 mostra como eram os veículos nos primeiros anos da indústria automotiva. Integrando a mostra do Móvel ao Automóvel, este carro de origem alemã possui apenas um exemplar igual a ele em todo o mundo, exibido atualmente em um museu de Munique, na Alemanha.

Pátio dos Canhões. Se do lado de fora há barulhentas vias expressas, neste espaço central da instituição o silêncio predomina. Ótimo para admirar os detalhes arquitetônicos do edifício sentado à sombra de uma de suas árvores, admirando ainda a coleção heterogênea de canhões que inclui exemplares da Inglaterra, Holanda, França e Portugal.

Farmácia Homeopática. Recriação perfeita de uma drogaria fundada em 1847 e que funcionou até 1983. Na remontagem, os utensílios  e os móveis, entre eles dezenas de frascos para armazenar remédios, ajudam a recontar a história da medicina no Brasil. 

O Último Baile da Ilha Fiscal. De caráter monumental, a visão da pintura óleo sobre tela A Ilusão do terceiro reinado, de 1905, impressiona. Feita por Francisco Aureliano de Figueiredo e Melo (1856-1916), registra a última festa da monarquia, realizada pouco antes da Proclamação da República, em 1889. Possui três metros de altura e sete de largura e retrata com perfeição os últimos momentos do Brasil Império.

terça-feira, 20 de novembro de 2012


Orgulho de ser Carioca é indescritível !!!!!


A estátua de Carlos Drummond de Andrade no Rio de Janeiro

Em 2002, foram muitas as comemorações pelo centenário de nascimento do escritor Carlos Drummond de Andrade, no Brasil e no exterior. A Cidade do Rio de Janeiro optou por homenagear Drummond com uma estátua. Em contato com a empresa Paralelo 3, que vinha desenvolvendo o projeto nacional, a Prefeitura contratou o artista Leo Santana, nascido na cidade mineira de Itabira – assim como o poeta –, para reproduzir uma antiga foto que mostrava o escritor sentado na Praia de Copacabana. A foto foi feita pelo fotógrafo Rogério Reis em 1983, para a revista Veja.


No dia 30 outubro de 2002, véspera do aniversário de 100 anos de Drummond, a estátua foi inaugurada às 16h, sem discurso nem cerimonial, informalidade devida ao grande número de jornalistas e admiradores que se aglomeravam no local. Logo após a retirada do pano sobre a estátua, todos os presentes passaram a tirar fotos ao lado dela, gesto que vem sendo repetido diariamente por moradores e turistas desde então.