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domingo, 28 de abril de 2013

RETIRO DOS ARTISTAS



RETIRO DOS ARTITAS


 
 
 
 
 
 
O Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, é uma instituição que acolhe artistas idosos que passam por dificuldades financeiras, são abandonados pela família ou não têm onde morar. Lá eles recebem alimentação, fazem fisioterapia e passam até por cuidados em um salão de beleza. Os residentes ainda produzem, expõem seus trabalhos em um centro cultural e dão aulas para iniciantes no mundo do espetáculo.
Fundado em 1918, seu funcionamento depende de doações de dinheiro, roupas, alimentos, eletrodomésticos, móveis e também de trabalho voluntário.
 
Aos 91 anos de existência, o Retiro dos Artistas, ou a casa, como a ele se referem moradores e funcionários, abriga 52 artistas entre 70 e 94 anos de idade.
São atores, atrizes, cenógrafos, figurinistas, coreógrafos, contrarregras, enfim, gente que fez história no rádio, na TV, no cinema, no teatro, inclusive nos circos mambembes.
É o caso do anão Coracy da Silva, o palhaço Tusca, de 74 anos, há 15 no retiro. Mesmo com mal de Parkinson e certa dificuldade para falar, continua ativo, com apresentações em festas de aniversário e animação em porta de lojas comerciais.
Dono de um humor ferino faz piada à toa e conquista o público desde que entrou para a vida circense, em 1950.
O Retiro dos Artistas foi fundado em agosto de 1918, por iniciativa do ator Leopoldo Fróes, sensibilizado com o grande número de colegas, atrizes e artistas estrangeiros fugidos da Europa, durante a Primeira Guerra Mundial e abandonados por seus empresários quando a paz voltou, exatamente naquele ano.
O Rio tinha mais de 50 teatros, era a capital do Brasil e também a capital cultural, mas não havia espaço para todos nos palcos e picadeiros.
Leopoldo Fróes procurou Irineu Marinho, dono do jornal A Noite e numa campanha que fizeram conseguiu a doação do terreno que era do dono da Casa Edison, onde eram gravados os discos na época e assim surgiu a Casa dos Artistas.
A Casa dos Artistas custa entre R$ 75 e R$ 80 mil por mês e vive basicamente de doações de artistas em plena atividade, e também de captação pelo serviço terceirizado de telemarketing.
Tem também o aluguel do teatro Iracema de Alencar e um brechó instalado no primeiro andar do antigo casarão.
Ainda há os cursos de teatro para a comunidade e atividades orientadas para a terceira idade, mas é a festa junina que o Retiro dos Artistas promove há 62 anos o ponto alto do calendário anual.

Endereço

O Retiro dos Artistas fica localizado na Rua Retiro Dos Artistas, S/N, Bairro Pechincha-Jacarepaguá, Rio De Janeiro, RJ.

 
 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

RESTINGA DA MARAMBAIA


RESTINGA DA MARAMBAIA
 
 
 
 
 
 
 
 
A Restinga da Marambaia é uma restinga do litoral do estado do Rio de Janeiro administrada pela Marinha do Brasil. Faz parte do território de três municípios fluminenses: Rio de Janeiro, Itaguaí e Mangaratiba. Possui ao todo 42 quilômetros de praias. Possui uma área total de 81 Km² e o seu ponto culminante é o Pico da Marambaia com 647 metros de altura. Separa-se do continente pelo Canal do Bacalhau em Barra de Guaratiba, no município do Rio de Janeiro.
A Restinga da Marambaia é utilizada ainda para exercícios militares e experimentos de armamentos (principalmente pelo Corpo de Fuzileiros Navais). Desde 1981, funciona lá o Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia (CADIM).
É uma praia pública, porém de acesso restrito por ser área militar.
Certas vezes, algumas excursões são feitas no local, tais como de escolas, famílias dos militares e, às vezes, novelas da Globo. As últimas foram Kubanacan , Da Cor do Pecado e Guerra dos Sexos , a partir de negociações entre a emissora e militares. Atualmente é gravada a novela Flor do Caribe.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

MORRO DO ALEMÃO


MORRO DO ALEMÃO







O Complexo do Alemão é um bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, no Brasil. Durante muitos anos, sua área foi considerada uma das mais violentas da cidade, porém desde 2011 o Estado tem intervindo com esforços pacificadores (UPPs) que têm trazido resultados positivos ao conjunto. Segundo o Censo 2000, seu IDH era de 0,711, o 126º e último colocado da cidade do Rio de Janeiro.
Seu núcleo é o Morro do Alemão. Poucos moradores da cidade sabem que se trata de um bairro oficial, embora parte de sua área seja, muitas vezes, tratada como parte dos bairros vizinhos: Ramos, Higienópolis, Olaria, Inhaúma e Bonsucesso.
O bairro foi erguido sobre a Serra da Misericórdia. Sua forma de formação é vertical , uma formação geológica de morros e nascentes, quase toda destruída pela construção do complexo. Restam poucas áreas verdes na região, apesar dos esforços de preservação empreendidos por organizações atualmente.
Na década de 1920, o imigrante polonês Leonard Kaczmarkiewicz adquiriu terras na Serra da Misericórdia, que era então uma região rural da Zona da Leopoldina. O proprietário era referido pela população local como o alemão e logo a área ficou conhecida como Morro do Alemão.
A ocupação no entanto, só começou em 9 de dezembro de 1951, quando Leonard dividiu o terreno para vendê-lo em lotes. Ainda nos anos 1920, se instalou, na região, o Curtume Carioca e, na sequência, muitas famílias de operários se instalaram nas imediações. A abertura da Avenida Brasil, em 1946, acabou por transformar a região no principal polo industrial da cidade. O comércio e a indústria cresceram e diversificaram-se, mas a ocupação desordenada dos morros adjacentes, que teve seu boom no primeiro governo de Leonel Brizola, acabou por dar lugar às favelas do Complexo do Alemão.
Ainda há áreas de mata e pontos de nascentes de rios que são usados como fonte de água. Todavia, logo após a nascente, os rios já se tornam valões de esgoto, devido a falta de rede canalizada. Boa parte da serra foi destruída devido às pedreiras, muito comuns a partir da metade do século XX. Hoje em dia, tal empreendimento ainda é autorizado, mesmo a Serra da Misericórdia sendo considerada Área de Proteção Ambiental.
A região sempre foi conhecida como uma das mais violentas da cidade. Atualmente, está sendo alvo de um dos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento, em parceria entre os governos federal e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, em que estão previstas melhorias viárias, moradia e de infraestrutura em geral, de modo a livrar o bairro e seus arredores do estigma da favelização e da violência.





segunda-feira, 1 de abril de 2013

MIRANTE DO LEBLON



MIRANTE DO LEBLON






Com pegada mais urbana, o Mirante do Leblon, na entrada do Parque Penhasco Dois 

Irmãos, é ideal para apreciar o pôr do sol. Silencioso, reconfortante, o lugar tem uma larga 

escadaria de acesso, o que infelizmente não o torna recomendável para cadeirantes. No 

entanto, a área é bem conservada, com duas pequenas praças e monumento em 

homenagens às vítimas do voo AF 447.