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sábado, 30 de novembro de 2013

MORRO DA CONCEIÇÃO





 


Em meio ao processo de revitalização da Zona Portuária da cidade, o Morro da Conceição se destaca como uma joia em meio aos canteiros de obra que ainda fazem parte da paisagem da região. Com suas vielas e construções que datam do período colonial, o morro guarda parte importante da História, não só do Rio, mas do Brasil. O local, que marca o movimento de ocupação inicial da cidade, ocorrido ainda no século XVI, foi redescoberto com a restauração de monumentos históricos integrantes do projeto Porto Maravilha e, mais recentemente, com a inauguração do Museu de Arte do Rio, construído ao pé do morro.

A riqueza histórica da área faz dela uma atração turística repleta de cultura e longe do roteiro comum da Zona Sul. O morro fica localizado nos arredores da Praça Mauá e apresenta fácil acesso a pé, seja pelas escadarias e ladeiras, pela Pedra do Sal ou pelo Jardim do Valongo. Confira dez atrações imperdíveis e cheias de história no Morro da Conceição

domingo, 3 de novembro de 2013

FEIRA DO RIO ANTIGO/FEIRA DO LAVRADIO

 
 
 
 
 
FEIRA DO LAVRADIO: PASSEIO OBRIGATÒRIO
 
Ótima oportunidade que alia, cultura, gastronomia e artes. A feira possui barracas com venda de artesanatos, roupas, bolsas, calçados. Ao redor, nos casarios antigos, ha vários antiquários e galerias de arte; vitrola em perfeito funcionamento de 1904. Discos de vinil, peças de louça, prataria compõem o local. Destacam-se os imãs porta copo, as capulanas, vestuário típico do rio. Para completar, algumas bandas fazem apresentações ao vivo, rola um baile charme e até parte do cordão do bola preta. Se quiser recuperar as energias, é so sentar nos restaurantes-conceito dos arredores.

domingo, 20 de outubro de 2013

MUSEU DE ARTE DO RIO - MAR


MUSEU DE ARTE DO RIO - MAR
 





Museu de Arte do Rio (MAR)

Um novo museu acaba de ser inaugurado no Rio. É o MAR – Museu de Arte do Rio, que abre com 4 exposições de média duração, ocupando dois prédios na Praça Mauá: uma construção modernista e o Palacete Dom João VI. A ideia da instituição é trazer mostras que dialoguem com a cidade, como a “Rio de Imagens: Uma Paisagem em Construção“, que traz obras de Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Tarsila do Amaral e outros mostrando a paisagem carioca em telas, gravuras e fotografias.
O Museu de Arte do Rio, uma das âncoras culturais do Porto Maravilha, é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Inaugurado na comemoração dos 448 anos do Rio de Janeiro, dia 1º de março de 2013, tem 15 mil metros quadrados de construção e oito grandes salas de exposição, duas para cada mostra. Ao lado do museu está a Escola do Olhar, com meta de, por ano, atender dois mil professores municipais e receber 200 mil visitantes, metade deles alunos da rede pública. Em apenas quatro meses de funcionamento, até julho de 2013, o museu recebeu mais de 170 mil visitantes.
O MAR tem um programa de visitas educativas oferecido a estudantes das redes públicas e particulares, ONGs, associações e grupos diversos. São feitas de terça a sábado em horários definidos entre 9h30 e 15h. Para agendar uma visita é necessário mandar e-mail para agendamento@museudeartedorio.org.br ou ligar par 3031 2742. O programa Porto Maravilha Cultural também oferece aos visitantes do museu oportunidade de conhecer melhor a Região Portuária. O tour gratuito levará os interessados a pontos históricos e culturais do entorno do museu em visitas educativas às terças-feiras, aos sábados e domingos, 10h30, 12h30, 14h30 e 15h30.
Desde a sua inauguração, o Museu de Arte do Rio oferece cursos de formação com professores, encontros com os vizinhos do MAR (programa que envolve a comunidade em ações culturais e dá livre acesso aos moradores do entorno às exposições e aos programas da Escola da Olhar) e parcerias com universidades.
 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

PISTA CLAUDIO COUTINHO

 
 
 
 
 
Pista Claudio Coutinho - um cenário de raríssima beleza que contempla o mar de maneira magistral, natureza pura!!!
 
A Pista Cláudio Coutinho é uma opção de caminhada num recanto ecológico e bastante seguro. Possui 2.500 metros de extensão, ida e volta. O terreno é plano e de asfalto e o caminho contorna o Morro da Urca chegando até a entrada da Baía de Guanabara. Um visual. Em meio às caminhadas se depara com micos, borboletas…
 

domingo, 11 de agosto de 2013

PRAIA DA JOATINGA - SÃO CONRADO

 
 
 
Praia da Joatinga - simplesmente maravilhosa, um espetáculo imperdível, indiscutivelmente umas das praias mais belas do Rio de Janeiro
 
Ir à praia no Rio de Janeiro é uma tarefa fácil. Ir na praia da Joatinga não é tão fácil assim!!!!
 
Localizada entre as praias de São Conrado e Barra da Tijuca, a praia da Joatinga é uma praia que sofre grande influencia das marés.
 
Com a maré alta, o mar invade a faixa de areia, deixando pouco ou nada aos frequentadores desse pequeno pedaço do paraíso.
 
Porém, quando a maré está baixa, esta pequena faixa de areia transforma-se num dos points mais bem frequentados da cidade, repleto de beldades.
 
Mesmo não estando a par das condições do mar, vale a pena dar um confere, pois pode-se tirar excelentes fotos pro seu álbum de recordações!!!!
Pra chegar lá não é difícil, mas também não é moleza. Tavez seja por isso que ela é uma das praias mais frequentadas por artistas e celebridades em busca de privacidade e sossego.


Existem duas formas de chegar lá, uma subindo por São Conrado e outra subindo pela Barra da Tijuca, ambas usando a Estrada do Joá. O acesso a praia é feito por dentro de um condomínio de residencial. Chegando na estrada do Joá é mais fácil perguntar onde fica a entrada do condomínio, ou melhor, a entrada do paraíso!!!!

domingo, 4 de agosto de 2013

PRAIA DE GRUMARI





Praia bem afastada do centro do Rio de Janeiro.  Fica situada na zona oeste da cidade.  Esta praia se encontra numa reserva ambiental, sua natureza por isso é preservada.   Seu mar de águas limpas e transparentes tem uma cor que fica entre o azul e verde depende do tempo que está fazendo. As areias são douradas e limpas, com muito espaço por ser uma praia extensa. As ondas batem no fundo e por isso no raso chega apenas marolinhas, mar propício para surf, bodyboard, esportes aquáticos em geral e no rasinho pode-se se banhar sem medo, pois as ondas fortes quebram no fundo do mar.  Existe uma pequena infra-estrutura de atendimento aos freqüentadores da praia, mas funciona muito bem. A sua orla é certada por vegetação de restinga e casuarinas

domingo, 28 de julho de 2013

PRAIA DE COPACABANA NA JMJ

 
 
 

Último dia da JMJ levou 3,5 milhões à Copacabana, segundo organização

Números oficiais do Ministério do Turismo indicam que essa foi a maior movimentação de visitantes em uma única cidade do país até hoje.

A emoção dos jovens molhou as areias. O silêncio absoluto de milhões de pessoas foi um espetáculo e uma demonstração de fé. Lençóis brancos apareceram nas janelas de um hotel e a multidão respondeu.
É hora de dizer adeus. Foi uma semana intensa, em que o ritmo foi ditado pela juventude de um homem de 76 anos, o nosso querido Papa Francisco.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE - RIO 2013

 
 
 
 

JMJ: Um sonho do coração de Deus

Tudo começou com um encontro promovido pelo Papa João Paulo II em 1984. Foi um encontro de amor, sonhado por Deus e abraçado pelos jovens. Vozes que precisavam ser ouvidas e um coração pronto para acolhê-las.

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ), como foi denominada a partir de 1985, continua a mostrar ao mundo o testemunho de uma fé viva, transformadora e a mostrar o rosto de Cristo em cada jovem.

São eles, os jovens, os protagonistas desse grande encontro de fé, esperança e unidade. A JMJ tem como objetivo principal dar a conhecer a todos os jovens do mundo a mensagem de Cristo, mas é verdade também que, através deles, o ‘rosto’ jovem de Cristo se mostra ao mundo.

A Jornada Mundial da Juventude, que se realiza anualmente nas dioceses de todo o mundo, prevê a cada 2 ou 3 anos um encontro internacional dos jovens com o Papa, que dura aproximadamente uma semana. A última edição internacional da JMJ foi realizada em agosto de 2011, na cidade de Madri, na Espanha, e reuniu mais de 190 países.

A XXVIII Jornada Mundial da Juventude será realizada de 23 a 28 de julho de 2013 na cidade do Rio de Janeiro e tem como lema “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19).

As JMJs tem sua origem em grandes encontros com os jovens celebrados pelo Papa João Paulo II em Roma. O Encontro Internacional da Juventude, por ocasião do Ano Santo da Redenção aconteceu em 1984, na Praça São Pedro, no Vaticano. Foi lá que o Papa entregou aos jovens a Cruz que se tornaria um dos principais símbolos da JMJ, conhecida como a Cruz da Jornada.

O ano seguinte, 1985, foi declarado Ano Internacional da Juventude pelas Nações Unidas. Em março houve outro encontro internacional de jovens no Vaticano e no mesmo ano o Papa anunciou a instituição da Jornada Mundial da Juventude.

A primeira JMJ foi diocesana, em Roma, no ano de 1986. Seguiram-se os encontros mundiais: em Buenos Aires (Argentina – 1987) - com a participação de 1 milhão de jovens; em Santiago de Compostela (Espanha – 1989) - 600 mil; em Czestochowa (Polônia – 1991) - 1,5 milhão; em Denver (Estados Unidos – 1993) - 500 mil; em Manila (Filipinas – 1995) – 4 milhões; em Paris (França -1997) – 1 milhão; em Roma (Itália – 2000) – 2 milhões, em Toronto (Canadá – 2002) – 800 mil; em Colônia (Alemanha – 2005) – 1 milhão; em Sidney (Austrália – 2008) – 500 mil; e em Madri (Espanha – 2011) – 2 milhões.

Além do fato de estar em outro país, com seus encantos turísticos, a participação na Jornada requer um corpo preparado para a peregrinação e um coração aberto para as maravilhas que Deus tem reservado para cada um. São catequeses, testemunhos, partilhas, exemplos de amor ao próximo e à Igreja, festivais de música e atividades culturais. Enfim, um encontro de corações que creem, movidos pela mesma esperança de que a fraternidade na diversidade é possível.

domingo, 14 de julho de 2013

MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIRO (MAM)

 
 
 
 
 
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil. Localiza-se na cidade do Rio de Janeiro, no Parque do Flamengo, próximo ao Aeroporto Santos Dumont. Seu edifício-sede, a obra mais conhecida do arquiteto carioca Affonso Reidy, segue a orientação da arquitetura racionalista, destacando-se pelo emprego de estruturas vazadas e pela integração com o entorno.
O museu foi inaugurado em 1948, por iniciativa de um grupo de empresários presidido por Raymundo Ottoni de Castro Maya. É uma organização particular sem fins lucrativos, fruto do contexto cultural e econômico que o Brasil vivenciou no segundo pós-guerra, em que se observou a diversificação dos equipamentos culturais deste país, a aquisição de um valioso patrimônio artístico e a assimilação das correntes artísticas modernas.
Palco de diversos acontecimentos de grande relevância na vanguarda artística brasileira, o museu amealhou ao longo de sua história uma coleção de arte moderna altamente representativa - a maior parte, entretanto, perdida no trágico incêndio de 1978. Conserva hoje aproximadamente 11 mil objetos, grande parte proveniente da Coleção Gilberto Chateaubriand, depositada em regime de comodato no museu em 1993.

domingo, 7 de julho de 2013

BIBLIOTECA NACIONAL


 
 
A Biblioteca Nacional, também chamada de Biblioteca Nacional do Brasil, cujo nome oficial institucional é Fundação Biblioteca Nacional, é a depositária do patrimônio bibliográfico e documental do Brasil, considerada pela UNESCO como a sétima maior biblioteca nacional do mundo e, também, é a maior biblioteca da América Latina1 . Entre suas várias responsabilidades incluem-se a de preservar, atualizar e divulgar uma coleção com mais de oito milhões de peças, que teve início com a chegada da Real Biblioteca de Portugal ao Brasil e cresce constantemente, a partir de doações, aquisições e com o depósito legal.
 
A biblioteca foi fundada com o nome de Real Biblioteca, depois Biblioteca Imperial e Pública da Corte e, desde 1876, chama-se Biblioteca Nacional. A seguir é apresentado um pouco de sua história.

Primórdios

Fachada frontal do edifício
A história da Biblioteca Nacional se inicia antes de sua fundação pois em 1º de novembro de 1755, Lisboa sofreu um violento terremoto, que marcou sua história, e que deu origem a um grande incêndio que, entre outros edifícios, o da Real Biblioteca, também conhecida como Real Livraria, considerada uma das mais importantes bibliotecas da Europa, àquela época. A esta perda quase irreparável para os lusitanos seguiu-se um movimento para sua recomposição, que foi prevista entre as tarefas emergenciais para reconstruir Lisboa após o incidente de 1755.

Real Biblioteca da Ajuda

A fim de levar a cabo essa missão, o rei Dom José I de Portugal e o ministro Marquês de Pombal empenharam-se em juntar o pouco que sobrara da Real Livraria e a organizar, no Palácio da Ajuda, uma nova biblioteca, que se tornou importante pela composição de seu acervo que, em 1807 reunia cerca de sessenta mil peças, entre livros, manuscritos, incunábulos, gravuras, mapas, moedas e medalhas. Este acervo foi aquele trazido ao Brasil após a vinda da família real em 1808, em consequência da invasão de Portugal pelas tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte.

Mudança para o Rio de Janeiro

O acervo foi trazido em três etapas, sendo a primeira em 1810 e as outras duas em 1811. A biblioteca foi acomodada, inicialmente, nas salas do andar superior do Hospital da Ordem Terceira do Carmo (de acordo com o alvará de 27 de julho de 1810), localizado na antiga rua de trás do Carmo, atual rua do Carmo, próximo ao Paço Imperial. As instalações, no entanto, foram consideradas inadequadas e poderiam por em risco tão valioso acervo assim, em 29 de outubro de 1810, data que ficou atribuída à fundação oficial da Biblioteca Nacional, o príncipe regente editou um decreto que determinava que, no lugar que havia servido de catacumbas aos religiosos do Carmo, se erigisse e acomodasse a "minha Real Biblioteca e instrumentos de física e matemática, fazendo-se à custa da Real Fazenda toda a despesa conducente ao arranjamento e manutenção do referido estabelecimento".

Nova sede

Fachada da Biblioteca Nacional
As obras para nova edificação da Biblioteca somente se concretizaram em 1813, quando foi transferido o acervo. Enquanto o processo de instalação dos livros, que se iniciou em 1810, estava ocorrendo a consulta ao acervo da Biblioteca já podia ser realizada por estudiosos, mediante consentimento régio e, em 1814, após o término da organização do acervo, a consulta foi franqueada ao público.

Ampliação do acervo

Oficialmente estabelecida, a Biblioteca continuou a ter seu acervo ampliado de maneira significativa, através de compras, doações, principalmente, e de "propinas", ou seja, pela entrega obrigatória de um exemplar de todo material impresso nas oficinas tipográficas de Portugal (Alvará de 12 de setembro de 1805) e na Impressão Régia, instalada no Rio de Janeiro. Essa legislação relativa às propinas foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos e culminou no Decreto nº 1.825, de 20 de dezembro de 1907, chamado comumente Decreto de Depósito Legal, ainda em vigor.

Compra pelo Império do Brasil

Após a morte de Dona Maria I, em março de 1816, teve início o reinado de Dom João VI, que permaneceu no Brasil até 1821, quando circunstâncias políticas o fizeram retornar a Lisboa com a Família Real, à exceção de seu filho primogênito, Dom Pedro de Alcântara de Bragança (futuro imperador Dom Pedro I do Brasil), que viria a proclamar a independência do Brasil, em 1822. Aqui também permaneceu a Real Biblioteca. Nessa época ela já crescera muito e, após a Independência, em 1822, passou a ser propriedade do Império do Brasil, pois sua compra consta da Convenção Adicional ao Tratado de Amizade e Aliança firmado entre Brasil e Portugal, em 29 de agosto de 1825. Pelos bens deixados no Brasil a Família Real foi indenizada em dois milhões de libras esterlinas, desse valor, oitocentos contos de réis destinavam-se ao pagamento da Real Biblioteca, que passou a se chamar, então, Biblioteca Imperial e Pública da Corte.

Outra sede

Em 1858, a Biblioteca foi transferida para a Rua do Passeio, número 60, no Largo da Lapa, e instalada no prédio que tinha por finalidade abrigar de forma melhor o seu acervo. Atualmente, com algumas modificações, esse edifício abriga a Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Como seu acervo continuava a ampliar-se com as doações, aquisições e através de contribuição legal, compra de coleções de obras raras em leilões e em centros livreiros de todo o mundo, em breve seria necessária sua mudança para outro edifício, mais adequando às suas necessidades.

A sede atual

Escadaria interior
O crescimento constante e permanente do acervo da biblioteca foi fundamental para a realização de um projeto de construção de uma sede que atendesse a todas as necessidades da biblioteca, acomodando de forma adequada suas coleções. Com base nisso foi projetado seu atual prédio, que teve sua pedra fundamental lançada em 15 de agosto de 1905, durante o governo de Rodrigues Alves. A inauguração se realizou em 29 de outubro de 1910, durante o governo Nilo Peçanha.
O edifício da Biblioteca Nacional, cujo projeto é assinado pelo engenheiro Sousa Aguiar, tem um estilo eclético, no qual se misturam elementos neoclássicos e art nouveau, e contém ornamentos de artistas como Eliseu Visconti, Henrique e Rodolfo Bernardelli, Modesto Brocos e Rodolfo Amoedo.
Fica situado na Avenida Rio Branco, número 219, praça da Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, e compondo com o Museu Nacional de Belas Artes e o Teatro Municipal um conjunto arquitetônico e cultural de grande valor.

 

domingo, 30 de junho de 2013

IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CANDELÁRIA


 
 
 
 
A Igreja de Nossa Senhora da Candelária é um templo católico localizado no Centro da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. É um dos principais monumentos religiosos da cidade. Tradicional palco de casamentos da sociedade carioca, teve seu nome associado à Chacina da Candelária, um massacre de moradores de rua ocorrido nas proximidades da igreja na madrugada de 23 de julho de 1993 e que teve repercussão internacional.
 

Origens

Segundo conta a história - semilendária - sobre a origem da igreja, nos princípios do século XVII, uma tempestade quase teria feito naufragar um navio chamado "Candelária", no qual viajavam os espanhóis Antônio Martins Palma e Leonor Gonçalves. O casal teria feito a promessa de edificar uma ermida dedicada a Nossa Senhora da Candelária se escapassem com vida. A nau, finalmente, teria aportado no Rio de Janeiro e o casal teria mandado construir uma pequena ermida no local da atual Igreja da Candelária em 1609.
 

Século XVIII

A igrejinha paroquial da Candelária foi reformada em 1710, mas, na segunda metade do século XVIII, necessitava de ampliação. O sargento-mor Francisco João Roscio, engenheiro militar português, desenhou os planos para uma nova igreja. As obras começaram em 1775, utilizando-se de pedra extraída da Pedreira da Candelária, no Morro da Nova Sintra, no bairro do Catete. A inauguração, com a igreja ainda inacabada, ocorreu em 1811, em presença do príncipe-regente e futuro rei de Portugal, dom João VI. A igreja tinha, nesse momento, uma só nave. Os altares do interior da igreja haviam sido esculpidos por Mestre Valentim, o grande artista do estilo rococó do Rio de Janeiro, mas seriam substituídos nas reformas posteriores.
A fachada e o projeto geral de planta em cruz latina com cúpula sobre o transepto lembram muito certas obras do barroco português, como, por exemplo, a igreja do Convento de Mafra (1717-1730), perto de Lisboa e a Basílica da Estrela (1779-1790), na capital portuguesa. A fachada é particularmente bela entre as igrejas coloniais brasileiras. Como ocorre também com a maioria das igrejas coloniais do Rio de Janeiro, a fachada da Igreja da Candelária está voltada para a Baía de Guanabara, uma vez que essa era a via principal de entrada na cidade.

terça-feira, 25 de junho de 2013

TEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO


 
 
 
Teatro Municipal do Rio de Janeiro localiza-se na Cinelândia (Praça Marechal Floriano), no centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ), no Brasil.
Inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro (RJ), e abertura da Avenida Central, durante a prefeitura de Pereira Passos, exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de Balet.
Apesar do nome, o teatro não pertence ao município, mas ao Estado do Rio de Janeiro.
É dirigido pela Fundação Teatro Municipal, que tem Carla Camurati como presidente. Em 4 de janeiro de 2013, foi anunciada a troca na direção artística: o maestro Silvio Viegas deixa o cargo, que acumulava com a regência da Orquestra do Teatro Municipal (OTM), e assume o maestro Isaac Karabtchevsky. A regência da OTM se mantém com o maestro Viegas.

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, edificado entre o fim do século XIX e o início do século XX, está situado na Cinelândia, como é popularmente designada a área em volta da Praça Marechal Floriano, no coração do Rio de Janeiro, cidade brasileira. Ele é considerado um dos teatros mais bonitos e significativos do país, criado quando a produção teatral era muito rica entre os cariocas.


Além do mais, o Rio de Janeiro era ainda a capital brasileira, e não poderia continuar a exibir um vazio no lugar de um teatro que fosse digno de sua categoria. As duas maiores casas de espetáculo então ostentadas por esta cidade – o São Pedro e o Lírico – não tinham uma estrutura adequada, nem para a platéia, nem para os artistas da época.
Apesar dos esforços do dramaturgo Arthur Azevedo, em 1894, para que uma casa teatral fosse edificada na capital e pudesse abrigar uma companhia do município, mais ou menos nos padrões da Comédie Française, o único fruto conquistado foi uma Lei que impunha a criação do Theatro Municipal, o que, na verdade, não foi então concretizado.
Apenas no princípio do século XX foi publicado um edital que lançava um concurso para a exposição de planos para a elaboração do Theatro Municipal, uma iniciativa do prefeito Pereira Passos. O projeto que venceu causou então muita controvérsia, pois seu autor era supostamente o filho do próprio ocupante da Prefeitura, o engenheiro Francisco de Oliveira Passos, mas muitos afirmavam que esta criação, conhecida como ‘Áquila’, procedia do setor de arquitetura da repartição municipal. Além disso, o líder do governo era acusado de beneficiar seu filho.
O plano definitivo do futuro Theatro foi uma síntese do ‘Áquila’ e de seu concorrente, com as necessárias modificações. No dia 2 de janeiro de 1905 iniciou-se sua construção. A ornamentação do prédio ficou a cargo dos artistas mais significativos deste período, entre eles Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo e os irmãos Bernardelli.
O Theatro foi inaugurado no dia 14 de julho de 1909, depois de quatro anos e meio, pelas mãos do Presidente Nilo Peçanha e do prefeito da cidade, Francisco Marcellino de Souza Aguiar; nesta época ele podia abrigar 1.739 espectadores, mas em 1934 foi ampliado para que pudesse dar espaço a 2.205 pessoas; futuras mudanças criariam na casa de espetáculos 2.361 lugares.
Ele foi lacrado em 1975 para as necessárias reformas e a urgente modernização de sua estrutura; foi reinaugurado em 15 de março de 1978. Acrescentou-se um prédio anexo em 1996, com o objetivo de propiciar um espaço maior para os ensaios e as companhias de artistas. Assim, setores como o coral, a orquestra e o balé conquistaram novos recintos.
No início o Theatro reservava seu interior somente para grupos e orquestras internacionais, particularmente as italianas e as francesas. Em 1931, porém, surgiu a Orquestra Sinfônica Municipal do Rio de Janeiro. Alguns dos ocupantes desta casa teatral foram Maria Callas, Renata Tebaldi, Arturo Toscanini, Sara Bernhardt, Bidu Sayão, Heitor Villa-Lobos, Stravinsky, entre outros. Atualmente a maior parte dos espetáculos gira em torno da dança e da música erudita.