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domingo, 14 de julho de 2013

MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIRO (MAM)

 
 
 
 
 
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil. Localiza-se na cidade do Rio de Janeiro, no Parque do Flamengo, próximo ao Aeroporto Santos Dumont. Seu edifício-sede, a obra mais conhecida do arquiteto carioca Affonso Reidy, segue a orientação da arquitetura racionalista, destacando-se pelo emprego de estruturas vazadas e pela integração com o entorno.
O museu foi inaugurado em 1948, por iniciativa de um grupo de empresários presidido por Raymundo Ottoni de Castro Maya. É uma organização particular sem fins lucrativos, fruto do contexto cultural e econômico que o Brasil vivenciou no segundo pós-guerra, em que se observou a diversificação dos equipamentos culturais deste país, a aquisição de um valioso patrimônio artístico e a assimilação das correntes artísticas modernas.
Palco de diversos acontecimentos de grande relevância na vanguarda artística brasileira, o museu amealhou ao longo de sua história uma coleção de arte moderna altamente representativa - a maior parte, entretanto, perdida no trágico incêndio de 1978. Conserva hoje aproximadamente 11 mil objetos, grande parte proveniente da Coleção Gilberto Chateaubriand, depositada em regime de comodato no museu em 1993.

domingo, 7 de julho de 2013

BIBLIOTECA NACIONAL


 
 
A Biblioteca Nacional, também chamada de Biblioteca Nacional do Brasil, cujo nome oficial institucional é Fundação Biblioteca Nacional, é a depositária do patrimônio bibliográfico e documental do Brasil, considerada pela UNESCO como a sétima maior biblioteca nacional do mundo e, também, é a maior biblioteca da América Latina1 . Entre suas várias responsabilidades incluem-se a de preservar, atualizar e divulgar uma coleção com mais de oito milhões de peças, que teve início com a chegada da Real Biblioteca de Portugal ao Brasil e cresce constantemente, a partir de doações, aquisições e com o depósito legal.
 
A biblioteca foi fundada com o nome de Real Biblioteca, depois Biblioteca Imperial e Pública da Corte e, desde 1876, chama-se Biblioteca Nacional. A seguir é apresentado um pouco de sua história.

Primórdios

Fachada frontal do edifício
A história da Biblioteca Nacional se inicia antes de sua fundação pois em 1º de novembro de 1755, Lisboa sofreu um violento terremoto, que marcou sua história, e que deu origem a um grande incêndio que, entre outros edifícios, o da Real Biblioteca, também conhecida como Real Livraria, considerada uma das mais importantes bibliotecas da Europa, àquela época. A esta perda quase irreparável para os lusitanos seguiu-se um movimento para sua recomposição, que foi prevista entre as tarefas emergenciais para reconstruir Lisboa após o incidente de 1755.

Real Biblioteca da Ajuda

A fim de levar a cabo essa missão, o rei Dom José I de Portugal e o ministro Marquês de Pombal empenharam-se em juntar o pouco que sobrara da Real Livraria e a organizar, no Palácio da Ajuda, uma nova biblioteca, que se tornou importante pela composição de seu acervo que, em 1807 reunia cerca de sessenta mil peças, entre livros, manuscritos, incunábulos, gravuras, mapas, moedas e medalhas. Este acervo foi aquele trazido ao Brasil após a vinda da família real em 1808, em consequência da invasão de Portugal pelas tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte.

Mudança para o Rio de Janeiro

O acervo foi trazido em três etapas, sendo a primeira em 1810 e as outras duas em 1811. A biblioteca foi acomodada, inicialmente, nas salas do andar superior do Hospital da Ordem Terceira do Carmo (de acordo com o alvará de 27 de julho de 1810), localizado na antiga rua de trás do Carmo, atual rua do Carmo, próximo ao Paço Imperial. As instalações, no entanto, foram consideradas inadequadas e poderiam por em risco tão valioso acervo assim, em 29 de outubro de 1810, data que ficou atribuída à fundação oficial da Biblioteca Nacional, o príncipe regente editou um decreto que determinava que, no lugar que havia servido de catacumbas aos religiosos do Carmo, se erigisse e acomodasse a "minha Real Biblioteca e instrumentos de física e matemática, fazendo-se à custa da Real Fazenda toda a despesa conducente ao arranjamento e manutenção do referido estabelecimento".

Nova sede

Fachada da Biblioteca Nacional
As obras para nova edificação da Biblioteca somente se concretizaram em 1813, quando foi transferido o acervo. Enquanto o processo de instalação dos livros, que se iniciou em 1810, estava ocorrendo a consulta ao acervo da Biblioteca já podia ser realizada por estudiosos, mediante consentimento régio e, em 1814, após o término da organização do acervo, a consulta foi franqueada ao público.

Ampliação do acervo

Oficialmente estabelecida, a Biblioteca continuou a ter seu acervo ampliado de maneira significativa, através de compras, doações, principalmente, e de "propinas", ou seja, pela entrega obrigatória de um exemplar de todo material impresso nas oficinas tipográficas de Portugal (Alvará de 12 de setembro de 1805) e na Impressão Régia, instalada no Rio de Janeiro. Essa legislação relativa às propinas foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos e culminou no Decreto nº 1.825, de 20 de dezembro de 1907, chamado comumente Decreto de Depósito Legal, ainda em vigor.

Compra pelo Império do Brasil

Após a morte de Dona Maria I, em março de 1816, teve início o reinado de Dom João VI, que permaneceu no Brasil até 1821, quando circunstâncias políticas o fizeram retornar a Lisboa com a Família Real, à exceção de seu filho primogênito, Dom Pedro de Alcântara de Bragança (futuro imperador Dom Pedro I do Brasil), que viria a proclamar a independência do Brasil, em 1822. Aqui também permaneceu a Real Biblioteca. Nessa época ela já crescera muito e, após a Independência, em 1822, passou a ser propriedade do Império do Brasil, pois sua compra consta da Convenção Adicional ao Tratado de Amizade e Aliança firmado entre Brasil e Portugal, em 29 de agosto de 1825. Pelos bens deixados no Brasil a Família Real foi indenizada em dois milhões de libras esterlinas, desse valor, oitocentos contos de réis destinavam-se ao pagamento da Real Biblioteca, que passou a se chamar, então, Biblioteca Imperial e Pública da Corte.

Outra sede

Em 1858, a Biblioteca foi transferida para a Rua do Passeio, número 60, no Largo da Lapa, e instalada no prédio que tinha por finalidade abrigar de forma melhor o seu acervo. Atualmente, com algumas modificações, esse edifício abriga a Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Como seu acervo continuava a ampliar-se com as doações, aquisições e através de contribuição legal, compra de coleções de obras raras em leilões e em centros livreiros de todo o mundo, em breve seria necessária sua mudança para outro edifício, mais adequando às suas necessidades.

A sede atual

Escadaria interior
O crescimento constante e permanente do acervo da biblioteca foi fundamental para a realização de um projeto de construção de uma sede que atendesse a todas as necessidades da biblioteca, acomodando de forma adequada suas coleções. Com base nisso foi projetado seu atual prédio, que teve sua pedra fundamental lançada em 15 de agosto de 1905, durante o governo de Rodrigues Alves. A inauguração se realizou em 29 de outubro de 1910, durante o governo Nilo Peçanha.
O edifício da Biblioteca Nacional, cujo projeto é assinado pelo engenheiro Sousa Aguiar, tem um estilo eclético, no qual se misturam elementos neoclássicos e art nouveau, e contém ornamentos de artistas como Eliseu Visconti, Henrique e Rodolfo Bernardelli, Modesto Brocos e Rodolfo Amoedo.
Fica situado na Avenida Rio Branco, número 219, praça da Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, e compondo com o Museu Nacional de Belas Artes e o Teatro Municipal um conjunto arquitetônico e cultural de grande valor.

 

domingo, 30 de junho de 2013

IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CANDELÁRIA


 
 
 
 
A Igreja de Nossa Senhora da Candelária é um templo católico localizado no Centro da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. É um dos principais monumentos religiosos da cidade. Tradicional palco de casamentos da sociedade carioca, teve seu nome associado à Chacina da Candelária, um massacre de moradores de rua ocorrido nas proximidades da igreja na madrugada de 23 de julho de 1993 e que teve repercussão internacional.
 

Origens

Segundo conta a história - semilendária - sobre a origem da igreja, nos princípios do século XVII, uma tempestade quase teria feito naufragar um navio chamado "Candelária", no qual viajavam os espanhóis Antônio Martins Palma e Leonor Gonçalves. O casal teria feito a promessa de edificar uma ermida dedicada a Nossa Senhora da Candelária se escapassem com vida. A nau, finalmente, teria aportado no Rio de Janeiro e o casal teria mandado construir uma pequena ermida no local da atual Igreja da Candelária em 1609.
 

Século XVIII

A igrejinha paroquial da Candelária foi reformada em 1710, mas, na segunda metade do século XVIII, necessitava de ampliação. O sargento-mor Francisco João Roscio, engenheiro militar português, desenhou os planos para uma nova igreja. As obras começaram em 1775, utilizando-se de pedra extraída da Pedreira da Candelária, no Morro da Nova Sintra, no bairro do Catete. A inauguração, com a igreja ainda inacabada, ocorreu em 1811, em presença do príncipe-regente e futuro rei de Portugal, dom João VI. A igreja tinha, nesse momento, uma só nave. Os altares do interior da igreja haviam sido esculpidos por Mestre Valentim, o grande artista do estilo rococó do Rio de Janeiro, mas seriam substituídos nas reformas posteriores.
A fachada e o projeto geral de planta em cruz latina com cúpula sobre o transepto lembram muito certas obras do barroco português, como, por exemplo, a igreja do Convento de Mafra (1717-1730), perto de Lisboa e a Basílica da Estrela (1779-1790), na capital portuguesa. A fachada é particularmente bela entre as igrejas coloniais brasileiras. Como ocorre também com a maioria das igrejas coloniais do Rio de Janeiro, a fachada da Igreja da Candelária está voltada para a Baía de Guanabara, uma vez que essa era a via principal de entrada na cidade.

terça-feira, 25 de junho de 2013

TEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO


 
 
 
Teatro Municipal do Rio de Janeiro localiza-se na Cinelândia (Praça Marechal Floriano), no centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ), no Brasil.
Inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro (RJ), e abertura da Avenida Central, durante a prefeitura de Pereira Passos, exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de Balet.
Apesar do nome, o teatro não pertence ao município, mas ao Estado do Rio de Janeiro.
É dirigido pela Fundação Teatro Municipal, que tem Carla Camurati como presidente. Em 4 de janeiro de 2013, foi anunciada a troca na direção artística: o maestro Silvio Viegas deixa o cargo, que acumulava com a regência da Orquestra do Teatro Municipal (OTM), e assume o maestro Isaac Karabtchevsky. A regência da OTM se mantém com o maestro Viegas.

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, edificado entre o fim do século XIX e o início do século XX, está situado na Cinelândia, como é popularmente designada a área em volta da Praça Marechal Floriano, no coração do Rio de Janeiro, cidade brasileira. Ele é considerado um dos teatros mais bonitos e significativos do país, criado quando a produção teatral era muito rica entre os cariocas.


Além do mais, o Rio de Janeiro era ainda a capital brasileira, e não poderia continuar a exibir um vazio no lugar de um teatro que fosse digno de sua categoria. As duas maiores casas de espetáculo então ostentadas por esta cidade – o São Pedro e o Lírico – não tinham uma estrutura adequada, nem para a platéia, nem para os artistas da época.
Apesar dos esforços do dramaturgo Arthur Azevedo, em 1894, para que uma casa teatral fosse edificada na capital e pudesse abrigar uma companhia do município, mais ou menos nos padrões da Comédie Française, o único fruto conquistado foi uma Lei que impunha a criação do Theatro Municipal, o que, na verdade, não foi então concretizado.
Apenas no princípio do século XX foi publicado um edital que lançava um concurso para a exposição de planos para a elaboração do Theatro Municipal, uma iniciativa do prefeito Pereira Passos. O projeto que venceu causou então muita controvérsia, pois seu autor era supostamente o filho do próprio ocupante da Prefeitura, o engenheiro Francisco de Oliveira Passos, mas muitos afirmavam que esta criação, conhecida como ‘Áquila’, procedia do setor de arquitetura da repartição municipal. Além disso, o líder do governo era acusado de beneficiar seu filho.
O plano definitivo do futuro Theatro foi uma síntese do ‘Áquila’ e de seu concorrente, com as necessárias modificações. No dia 2 de janeiro de 1905 iniciou-se sua construção. A ornamentação do prédio ficou a cargo dos artistas mais significativos deste período, entre eles Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo e os irmãos Bernardelli.
O Theatro foi inaugurado no dia 14 de julho de 1909, depois de quatro anos e meio, pelas mãos do Presidente Nilo Peçanha e do prefeito da cidade, Francisco Marcellino de Souza Aguiar; nesta época ele podia abrigar 1.739 espectadores, mas em 1934 foi ampliado para que pudesse dar espaço a 2.205 pessoas; futuras mudanças criariam na casa de espetáculos 2.361 lugares.
Ele foi lacrado em 1975 para as necessárias reformas e a urgente modernização de sua estrutura; foi reinaugurado em 15 de março de 1978. Acrescentou-se um prédio anexo em 1996, com o objetivo de propiciar um espaço maior para os ensaios e as companhias de artistas. Assim, setores como o coral, a orquestra e o balé conquistaram novos recintos.
No início o Theatro reservava seu interior somente para grupos e orquestras internacionais, particularmente as italianas e as francesas. Em 1931, porém, surgiu a Orquestra Sinfônica Municipal do Rio de Janeiro. Alguns dos ocupantes desta casa teatral foram Maria Callas, Renata Tebaldi, Arturo Toscanini, Sara Bernhardt, Bidu Sayão, Heitor Villa-Lobos, Stravinsky, entre outros. Atualmente a maior parte dos espetáculos gira em torno da dança e da música erudita.
 
 

domingo, 16 de junho de 2013

MUSEU AEROESPACIAL


 
 
 
 
 
O Museu Aeroespacial - Musal é o maior e mais importante museu de aviação do Brasil. Localizado no Campo dos Afonsos, berço da aviação brasileira, na cidade do Rio de Janeiro, foi inaugurado em 18 de outubro de 1976. Está subordinado administrativamente ao Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (INCAER) desde 1986.
Seu acervo é constituído por diversas aeronaves, motores, armas e objetos vinculados a história da Aeronáutica e da aviação brasileira, além de ampla documentação histórica. Em exposição permanente, encontram-se 80 aeronaves, inclusive uma réplica exata do 14 Bis, o primeiro avião construído por Santos Dumont. Possui ainda 12 salas expositivas temáticas e um hangar de restauração.

Vista Aérea do Museu Aeroespacial
 
A idéia de um Museu Aeronáutico data de 1943, quando o então Ministro, Dr. Salgado Filho, determinou sua organização, sendo o trabalho inicial e posteriores tentativas, interrompidos por falta de local disponível.
Atendendo à Exposição de Motivos do Ministro da Aeronáutica, Ten-Brig-do-Ar - Araripe Macedo, o Presidente Emílio Garrastazu Médici, cria o Núcleo do Museu Aeroespacial em 31 de julho de 1973, através do Decreto nº 72.552.  Em janeiro de 1974, iniciam-se os trabalhos de restauração do prédio e hangares (antiga "Divisão de Instrução de Vôo"  da Escola de Aeronáutica), simultaneamente à coleta de acervo, restauração de aviões, motores, armas e outras peças de valor histórico.
A importância da criação do Museu deve-se à necessidade de preservação e divulgação do material aeronáutico e documentos históricos para as futuras gerações.
Situado no Campo dos Afonsos, "Berço da Aviação Militar", atualmente o Museu Aeroespacial integra o Campus da Universidade da Força Aérea - UNIFA e está subordinado administrativamente ao Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica - INCAER, desde 1986.

As principais funções do Museu Aeroespacial são: pesquisar, desenvolver, divulgar, preservar, controlar e estimular as atividades referentes à memória e cultura da aeronáutica brasileira, transmitindo para futuras gerações o que foi a vida, a obra e a contribuição para a sociedade nacional e internacional, daqueles que fizeram a História da Aviação.
O espaço físico destinado às instalações do Museu ocupa uma área de 15.195 m2, incluindo um prédio de dois andares e cinco hangares em anexo. As salas de exposição do prédio abrigam as principais coleções históricas de pioneiros da aviação, e o salão principal reúne as aeronaves mais antigas do Museu.
Nos cinco hangares, estão em exposição a coleção de aeronaves, de relevante valor histórico e tecnológico.
O Museu Aeroespacial recebe, em média, 60.000 mil visitantes por ano, com tipologia e faixa etária variadas. Desde o estudante que vem só ou em grupos escolares, até o mais aficionado pesquisador sobre o assunto, são freqüentadores assíduos do Museu, com objetivos diferentes, mas sempre com grande interesse, já que aviação desperta ao público em geral, uma grande atração.
No tocante às pesquisas solicitadas ou efetuadas pelo próprio visitante, é colocado à disposição do interessado, um valioso acervo bibliográfico com cerca de cinco mil títulos especializados, além de um importante arquivo histórico, contendo documentos escritos e impressos, fotografias, "slides", negativos, vídeos, filmes, etc.
O Museu Aeroespacial possui uma equipe de restauradores que realiza os trabalhos de recuperação de aeronaves, e são constantemente desafiados a aplicarem técnicas e criatividade para realizarem, com fidelidade, restaurações consideradas extremamente difíceis.

domingo, 9 de junho de 2013

PRAIA DA URCA - RJ


 
 
 
 
Praia da Urca - Rio de Janeiro - RJ  
 
Bem localizada, ficando ao pé do Morro da Urca, essa praia com 200 metros de extensão encontra-se num dos bairros mais seguros e tranquilos da cidade do Rio.
Praia da Urca - Rio de Janeiro - RJ
 
Cercada pelo Morro Cara de Cão e pela Fortaleza de São João, o que há de melhor para se pode aproveitar na praia da Urca é seu belíssimo visual. É nesse praia que as águas do Oceano Atlântico se encontram com as da Baía de Guanabara, mas infelizmente é imprópria para o banho de mar.
 
Apesar de não poderem usar o mar, moradores da região e visitantes, tem outras opções de lazer nessa praia. Andar no calçadão e aproveitar os quiosques ao longo da orla, visitar a Praça General Tibúrcio que tem um ambiente muito acolhedor e a Fortaleza de São João, que possui duas praias de acesso restrito.
 
 
 
A Praia da Urca é uma pequena e estreita praia com 100 metros de extensão, localizada no sopé do morro da Urca; é também a principal praia do bairro da Urca no Rio de Janeiro, muito frequentada pelos moradores do bairro.
Possui águas calmas totalmente sem ondas e de um tom escuros por causa da poluição, tem areias claras e finas. Por ser poluída é considerada imprópria para banho, mas de vez em quando suas águas ficam com melhor qualidade. Além de ser muito frequentada por moradores do bairro, é frequentada também por moradores do Centro, bairros como Catumbi, Rio Comprido, Santa Teresa, etc. por terem filhos pequenos e preferem esta praia pelo fato dela não ter ondas.
 
Dar uma passada na Urca e conhecer a Praia da Urca são pedidas obrigatórias no roteiro de qualquer viagem que passe pela cidade do Rio de Janeiro. Só aqui já da para ter uma ideia do porque é chamada de Cidade Maravilhosa.

domingo, 2 de junho de 2013

COPACABANA



 
 
 
Copacabana é um bairro nobre situado na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. É o bairro mais famoso e prestigiado do Brasil e um dos mais conhecidos do mundo. Tem o apelido de Princesinha do Mar e Coração da Zona Sul. Faz divisa com os bairros da Lagoa, Ipanema, Botafogo e Leme.
Copacabana atrai um grande contingente de turistas para seus mais de oitenta hotéis, que ficam especialmente cheios durante as épocas do ano-novo e do carnaval. No fim de ano, a tradicional queima de fogos na Praia de Copacabana atrai uma multidão de pessoas. A orla ainda é lugar de variados eventos, como shows nacionais e internacionais, durante o resto do ano.